Resultados de Exames
 
Exames
 
Ressonância Magnética de Alto Campo
Defecorressonância
Tomografia Computadorizada Multi-Slice
Colonoscopia Virtual
Ultrassonografia
Biópsia Prostática Guiada por Ultrasom
Mamografia Digital
Punção Aspirativa de Mama e Tireóide
Estereotaxia
Densitometria Óssea
Radiologia Geral Digital
Ecocardiograma
Defecorressonância

As desordens do assoalho pélvico são comuns e de etiologia complexa e multifatorial, manifestando-se como incontinência urinária ou fecal, constipação e prolapso de órgãos pélvicos, afetando notadamente a população feminina acima dos 60 anos(1-5). Atualmente acredita-se que mais de 15% das pacientes multíparas sofram de algum tipo de disfunção pélvica(2), sendo previsto um aumento do número de casos tendo em vista o aumento da expectativa de vida da população(1). Outros fatores de risco em questão incluem lesão neuromuscular por parto vaginal, esforço evacuatório crônico, DPOC, histerectomia, trauma e aumento crônico da pressão intra-abdominal(1-5). Estudos prévios demonstram que o exame clínico subestima os prolapsos pélvicos em 45-90% casos e ainda é incapaz de diagnosticar disfunções simultâneas em outros compartimentos(1,2).

Pacientes com incontinência e pequena fraqueza pélvica podem ser tratados com base no exame clínico e estudo urodinâmico(5), no entanto quando há envolvimento multicompartimental a chance de recorrência póscirúrgica chega a 10-30%(1) e geralmente a causa reside na existência de lesões em outros compartimentos não reparados inicialmente(2).

Indicações:

  • Disfunções miccionais (incontinência/urgência, hipermobilidade uretral, cistocele);
  • Prolapsos genitais;
  • Disfunções evacuatórias (incontinência, invaginações/prolapsos, constipação, evacuação incompleta, esforço evacuatório excessivo ou necessidade de auxílio manual).

Contra-indicações:

  • Pacientes não colaborativos;
  • Pacientes com constipação de causa obstrutiva mecânica (estenoses benignas ou malignas).

Os pacientes fóbicos devem ser encaminhados à clínica para maiores elucidações sobre as possibilidades de posicionamento mais conveniente e otimização do tempo de estudo.

O estudo por ressonância magnética do assoalho pélvico inclue avaliação estática das estruturas de suporte dos órgãos pélvicos (fáscias, ligamentos e planos musculares) e estudo dinâmico em repouso, contração máxima dos esfíncteres, esforço evacuatório (Valsalva) e durante a evacuação, no qual são realizados sequências-cine (filmes) individuais de cada etapa.

A e B. Sequências estáticas ponderadas em T2 no plano axial, demonstrando anatomia normal em A e lesão do músculo puborretal direito em B (seta amarela), em paciente feminina, 38 anos, com histórico de episiotomia prévia e dificuldade de evacuar. C e D. Imagens ponderadas em T2 FIESTA no plano sagital adquiridas a partir do estudo dinâmico (fase evacuatória) em pacientes femininas, acima de 60 anos, com histórico de histerectomia e constipação demonstrando hipermobilidade uretral e importante cistocele (seta azul) e retocele (seta roxa) e hipermobilidade uretral (seta verde) e retocele anterior (seta laranja).

Instruções para o exame:
Não é necessário nenhum tipo de preparo para a realização do estudo, salvo para os pacientes com constipação crônica, os quais devem informar o sintoma durante a marcação do exame, para que seja indicado uso de medicação laxativa. Não eliminar urina uma hora antes do exame. Durante o procedimento, é necessária a administração de gel retal e vaginal, bem como prévia administração de medicação antiespasmódica. Rotineiramente, não há necessidade de utilização de contraste endovenoso. Após o exame, o paciente pode retomar suas atividades habituais sem maiores restrições.

Para maiores esclarecimentos:
Canal Médico : (83) 9195 -1515 Central de Marcação: (83) 3227- 1500

Referências bibliográficas:
1. Woodfield CA, Krishnamoorthy S, Hampton BS, Brody JM. Imaging Pelvic Floor Disorders: Trend Toward
Comprehensive MRI. AJR 2010;194:1640-49.
2. Colaiacomo MC, Masselli G, Polettini E et al. Dynamic MR Imaging of the Pelvic Floor: a Pictorial Review.
Radiographics 2009; 29:3 e35; Published online March 6, 2009, doi:10.1148/rg.e35.
3. BoyadzhyanL, Roman SS, Raz S. Role os Static and Dynamic MR Imaging in Surgical Pelvic Floor
Dysfunction. Radiographics 2008;28:949-967.
4. Law YM, Fielding JR. MRI of Pelvic Floor Dysfunction: Review. AJR 2008; 191:45-53.
5. Fielding JR. Practical MR Imaging of Female Pelvic Floor Weakness. Radiographics 2002;22:295-304.

 

Unidade I - Av. Senador Ruy Carneiro, 283 - Brisamar - João Pessoa-PB - CEP: 58032-100
Fones: (83) 3227-1500 | 3227-1501 | 3227-1502
Segunda a Sexta das 6:30 às 19:00 / Sábado das 7:00 às 12:00
Unidade II - Av. Sérgio Guerra, 176 - Bancários - João Pessoa-PB - CEP: 58052-000
Fones: (83) 3214-5700 | 3235-2793 | 3235-3720 | 3214-5151
Segunda a Sexta das 7:00 às 18:00 / Sábado das 7:00 às 12:00


©2011 Cedrul Centro de Diagnóstico por Imagem LTDA, Todos os direitos reservados.